domingo, 17 de abril de 2011

Sacerdote-fenômeno

As páginas amarelas da Revista Veja de 20 de abril trazem extensa entrevista com o padre Marcelo Rossi. Nela, o sacerdote fenômeno faz auto-promoção, lava a alma e um pouco de roupa suja, dizendo-se boicotado pela Arquidiocese de São Paulo, que o teria impedido de cantar para o papa. Critica os padres que usam carro importado e roupas de grife, alfineta o padre Fábio de Mello por não usar batina, etc e tal. Até aí, nada de mais, pois padres são pessoas humanas e como tais, estão sujeitos a esse tipo de mesquinharias e lamúrias.
O que me chamou a atenção foi a declaração do padre Marcelo sobre a batina, "a maior identidade sacerdotal. Acho um perigo não usá-la. A batina impõe respeito, é uma proteção _ inclusive contra o assédio das mulheres. Você não imagina a quantidade de besteira que eu ouço".
Não sei o que é pior para nós, mulheres: sermos classificadas como perigo em potencial ou como débeis mentais.

2 comentários:

Swami Nirav Kanan disse...

Aahhahaha, achei muito engraçado seu comentário sobre as mulheres serem consideradas um perigo... rs... releve, coitado do padre, foi só um desabafo!!
Rs....

Osni Can disse...

Não vi a reportatem, porém, com todo respeito à sua opinião, concordo com o Padre. As mulheres são mesmo um perigo: até se casam com a gente!! (para nosso deleite, é claro)
Osni.