terça-feira, 30 de agosto de 2011

Enquete no site do Senado

 
 No portal do Senado, em cima, à direita, em letras bem pequenas, há uma enquete pesquisando a opinião pública sobre um  projeto da lei que propõe colocar corrupção no rol dos crimes  hediondos. Entrei, votei e verifiquei que até agora 99% dos votantes são 'a favor', mas ainda são poucos votos. Parece ser sério. Tentei votar duas vezes, mas o sistema havia registrado minha participação e rejeitou a segunda.
Convoque os amigos para uma avalanche em favor da tipificação da corrupção como crime hediondo.

domingo, 21 de agosto de 2011

(Muito) precioso líquido

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Há muito tempo ando preocupada com o uso racional da água. Descobri agora que não estou sozinha nessa campanha: encontrei um simpático militante da mesma causa. Vamos divulgar sua sabedoria? Talvez mais humanos aprendam com ele!.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O verdadeiro Big Brother chegou?

A moderna tecnologia,  à disposição da polícia, pode ser mostrada nessa matéria.
Coloque o cursor em qualquer parte da multidão e clique duas vezes. Mantenha o duplo clique e veja o que acontece na foto, batida antes de um tumulto ocorrido no Canadá.  Pode-se  ver, perfeitamente, os rostos de todos os indivíduos, separadamente, um por um (e há milhares deles).
É só ir aproximando  e  a polícia consegue identificar, perfeitamente, uma pessoa entre milhares delas.
Nada mais é secreto. Não é possível esconder-se, mesmo na multidão mais compacta. N
uma manifestação, onde a força do coletivo protegia as pessoas, agora são todos vulneráveis. 
 Uma sociedade com esse poder de controle é mais segura? Será que o excesso de controle não nos torna mais controlados?  


domingo, 14 de agosto de 2011

Cara enigmática

A revista Veja de 17 de agosto de 2011 traz, na capa e na página 78, fotos do ministro Wagner Rossi, da Agricultura. As fotos são expressivas, bem ao estilo Jack Nicholson. Num primeiro momento, fiquei em dúvida: será terror, será deboche?
Ao ler a longa reportagem, que se estende até a página 87, no entanto, a dúvida se dissipou. Muitos escândalos envolvem seu nome: comida estragada que deveria alimentar os pobres, pedidos de propina, fraudes em licitações, relação com lobista-traficante, denúncia de enriquecimento ilícito... Tudo isso, e ele continua ministro. A cara só pode ser de deboche.

domingo, 7 de agosto de 2011

Escolhas difíceis

Nas “Páginas Amarelas” da revista Veja de 10 de agosto, o médico Ezekiel Emanuel, chefe do setor de bioética do governo americano, defende a idéia de critérios objetivos para salvar vidas, quando a situação exige decisões cruciais por parte dos médicos. Segundo ele, se se tem, por exemplo, um fígado para transplante e três pacientes necessitados do órgão, com urgência, _ uma criança de 2 anos, um jovem de 20 ou um idoso de 70 _ qualquer pesquisa de opinião decidirá que o jovem de 20 anos deverá ser o receptor. Isso é eticamente defensável, segundo ele.
Tudo bem, é objetivo, é lógico, mas eu, que já dobrei o Cabo da Boa Esperança, espero não estar nunca num sorteio assim funesto, de jeito nenhum!

Ser pobre é bom?

A revista Superinteressante, edição 291, de maio de 2011, traz matéria no mínimo, estranha. Nela, Antoine van Agtmael, presidente da empresa de investimentos “Emerging Markets Management” declara que a pobreza pode ser benéfica.
Segundo ele, os mais pobres, da base da pirâmide social, podem ter idéias criativas quando as situações chegam a níveis críticos.
Dois fatores estimulariam a criatividade dos países pobres: baixo custo e ousadia. Como exemplo o autor cita a engenharia aeroespacial brasileira, o etanol e o “porco light”. “Os países mais pobres têm um longo caminho a percorrer, mas, para mim, eles possuem um espírito inovador capaz de levar as ideias mais loucas e revolucionárias adiante”, diz ele.
Ou seja, a pobreza pode ser positiva. Desde que, é claro, fique do outro lado do mundo ou bem longe do nosso quintal!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Xô, mau humor!

Tive a possibilidade de ver alguns momentos  da prova do "super chefe", no programa da Ana Maria Braga.  Um dos cozinheiros convidados, responsável por um das oficinas de aprendizado, declarou:  "só vá para a cozinha de bom humor". Acredito piamente neste conselho salutar. A comida, preparada com desvelo e atenção, com alegria e vontade de agradar a si próprio e aos convidados, traz como resultado belos presentes para a visão, o olfato e o paladar.
Acredito também que  o conselho possa se estender mais: experimente ir para o trabalho, para o relacionamento, para os problemas, para as dificuldades, acompanhado do bom humor. Ele facilita, contorna, acha saídas, aproxima pessoas, muda carrancas em sorrisos.
Enfim,  vá para a vida de bom humor!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Bolsa milionária

Aprendi com a Revista "Mundo estranho", da editora Abril, na edição de agosto de 2011, que uma bolsa Hermès, por ser feita artesanalmente com couro de crocodilos criados numa fazenda na Austrália, pode custar a bagatela  de 120 mil reais, ou seja, o mesmo que um apartamento.
Outro argumento a favor desse disparate (para quem sobrevive com um centésimo dessa quantia por mês, por exemplo) é que ela, além dos atributos acima, pode ser considerada um investimento, a ser passado de geração a geração.
Fala sério: alguém que compre uma bolsinha dessas vai querer ostentar uma já usada e que pertenceu à sua bisavó? Quem compra produtos que são símbolo de status, requinte e tradição vai querer sempre itens novos, para deixar boquiabertas as degredadas filhas de Eva que têm que se contentar com bolsas sem grife, sem estilo e sem glamur!

Censura ainda em voga

O jornal "O Estado de S. Paulo" trouxe nesse domingo, 31 de julho, um caderno especial sobre a luta que trava contra a censura imposta por ordem judicial. Há exatos dois anos, o noticioso, um dos mais lidos do país, está impedido de divulgar fatos sobre a Operação Boi Barrica, que investiga irregularidades, tráfico de influência e corrupção  em ministérios e estatais. O pedido de amordaçamento foi feito por Fernando Sarney, filho do dono da província do Maranhão.
Soberanos e reis sempre justificaram seu poder  com diferentes razões: direito divino, sangue azul, carisma ou força. Atualmente, na era da informação, é preciso arrumar outras justificativas. Na falta delas, serve ter no Judiciário um juiz amigo da família.