domingo, 30 de setembro de 2012

Até qualquer hora, Hebe!

    Está sendo velado e será enterrado logo mais o corpo da artista Hebe Camargo. Relutei até encontrar um substantivo que abrangesse seu talento: cantora, atiz, apresentadora, sua trajetória de vida foi sempre um canto de amor à vida, às pessoas, à arte.
    O nome Hebe, em grego, significa juventude, mocidade. Nenhum outro seria mais apropriado para nomear essa mulher toda brilho, toda alegria, toda afeto. Viveu intensamente, derramou seu carisma e sua vitalidade por mais de 60 anos de carreira. Seus críticos mais emperdenidos ressaltam que talvez sua inteligência lógico-linguístico-matemática não fosse das maiores. Mas em inteligência interpessoal ela era gênio. Sabia o que dizer, fazer e oferecer às pessoas e o fez sempre com espontaneidade e generosidade.
    Eu sempre disse que, quando crescesse, queria ser como ela. Vou sentir falta de minha "ídala". E sei que o Brasil inteiro também vai ter saudade de sua risada solta e de sua presença.

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