segunda-feira, 16 de julho de 2012

Rapidinhas (I)

      Deu na “Veja”: nos Estados Unidos já é possível comprar uma medula óssea. Hoje já se extrai células hematopoiéticas diretamente do sangue, num processo chamado de aférese. As células obtidas dessa forma podem ser vendidas livremente, como já ocorre lá, com o sangue. Há uma recompensa por essa doação, calculada em 3000 dólares.

      Há muita gente que obtém dinheiro usando o corpo ou partes dele, como os cantores, atletas, doadores, dançarinos. Por que não aceitar com naturalidade a recompensa por uma doação de medula, muitas vezes, salvadora?

Rapidinhas (II)

      O SBT está apresentando uma atração intitulada “O maior brasileiro de todos os tempos” e já divulgou uma lista de 59 nomes. A boa notícia é a de que (poucas) mulheres aparecem (incluindo Cláudia Leitte, o que se há de fazer!).  A maior parte dos nomes refere-se a políticos, artistas, cantores sertanejos e esportistas de várias modalidades. Cientistas, só Cesar Lattes e Carlos Chagas (mas aparecem)...

      O difícil é aceitar Michel Teló, Lua Blanco (quem será?)  e Tiririca na lista dos grandes brasileiros...

Rapidinhas (III)

        Uma candidata a prefeita, Margarida Salomão, em Juiz de Fora, Minas, mudou o visual para se parecer (mais) com a presidenta Dilma. Ela acredita que a semelhança já existente, acentuada por corte de cabelo, maquiagem e roupas, pode ser um fator positivo na disputa eleitoral.

      Se a moda pega, vai haver gente copiando jeitos e trejeitos de artistas, empresários, magnatas... E eu acho que vou começar a comportar como uma Hebe Camargo...

Rapidinhas (IV)

       Conseguimos extirpar do Senado da República um cancro chamado Demóstenes Torres e substituí-lo. Acontece que o substituto já começa, segundo a  “Veja”, tendo que dar explicações: Wilder Moraes também tem ligações com Cachoeira (incluindo uma ex-mulher que é a atual do contraventor). Parece que estamos trocando seis por meia dúzia...

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Pra não dizerem que não falei de dia das mães

     Às inúmeras amigas mães, um grande abraço desta mãe (como as demais) às vezes desnorteada, perdida entre o excesso de amor e o excesso de disciplina. Ah...se alguém nos desse um manual de instruções para educar filhos, ficaríamos mais tranquilas...mas não há...então vamos nós, gemendo, chorando, nos alegrando, batendo palmas com as tristezas e alegrias de nossos filhos.
    E tudo vale a pena, pois "a alma não é pequena", segundo o poeta. E outro disse que  "filhos? Melhor não tê-los"... Besteira... Filhos, é ótimo tê-los, vê-los crescer em graça e sabedoria, aprender com eles tanta coisa, incluindo a tecnologia que nos assusta, ensinar a eles aquilo que nos encanta.
     Feliz dia das mães, amigas. Parabéns a seus filhos, pelas mães que têm!

terça-feira, 8 de maio de 2012

D. Pedro I: entre os sentidos e o dever

     Terminei, agora pouco, a leitura de "A carne e o sangue", de Mary del Priore, da editora Rocco. A obra nos permite, de forma muito agradável, conhecer um pouco mais da história do Brasil. Trata do triângulo amoroso mais célebre da nossa história: as relações entre a Imperatiz Leopoldina, D. Pedro I e sua amante, a Marquesa de Santos.
     Pela primeira, que sofreu horrores com as aventuras amorosas do marido imperador, e por quem era apaixonada, ele nutria amor de sangue: ela era encarregada de lhe dar descendência de estirpe. E deu-lhe: em nove anos de casamento, até sua morte prematura, foram 9 filhos, dos quais "vingaram" 5.
     Pela segunda, sentia amor da carne, luxurioso, voluptuoso, pleno de rusgas, brigas, reconciliações, ameaças.
     São histórias plenas de afetos, ciúmes, sofrimentos. Como as de qualquer amor plebeu.
     Confira, vale a pena!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Produtos com empurrãozinho

Muitos devem ter visto uma peça publicitária em que o ator Rodrigo Santoro tenta elogiar determinado produto e é nada sutilmente tirado de cena. Numa outra peça, do mesmo produto, ele é preterido por um rapaz sem expressão ou talento. A explicação? O objeto anunciado é tão bom que não precisa de ator famoso para ser aceito.

Sou fã incondicional do ator global e internacional e tenho dito que, se fosse ele, não faria a tal apresentação, a meu ver, desrespeitosa para com seu talento e prestígio.

Uma outra ideia perturba minha cabeça desde que vi o anúncio na TV: há milhares de outros produtos anunciados, apresentados e elogiados por artistas de renome. Seriam eles não são tão bons como o anunciado por Rodrigo Santoro e por essa razão, precisariam de uma mãozinha de gente famosa?