Conseguimos extirpar do Senado da República um cancro chamado Demóstenes Torres e substituí-lo. Acontece que o substituto já começa, segundo a “Veja”, tendo que dar explicações: Wilder Moraes também tem ligações com Cachoeira (incluindo uma ex-mulher que é a atual do contraventor). Parece que estamos trocando seis por meia dúzia...
segunda-feira, 16 de julho de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Pra não dizerem que não falei de dia das mães
Às inúmeras amigas mães, um grande abraço desta mãe (como as demais) às vezes desnorteada, perdida entre o excesso de amor e o excesso de disciplina. Ah...se alguém nos desse um manual de instruções para educar filhos, ficaríamos mais tranquilas...mas não há...então vamos nós, gemendo, chorando, nos alegrando, batendo palmas com as tristezas e alegrias de nossos filhos.
E tudo vale a pena, pois "a alma não é pequena", segundo o poeta. E outro disse que "filhos? Melhor não tê-los"... Besteira... Filhos, é ótimo tê-los, vê-los crescer em graça e sabedoria, aprender com eles tanta coisa, incluindo a tecnologia que nos assusta, ensinar a eles aquilo que nos encanta.
Feliz dia das mães, amigas. Parabéns a seus filhos, pelas mães que têm!
E tudo vale a pena, pois "a alma não é pequena", segundo o poeta. E outro disse que "filhos? Melhor não tê-los"... Besteira... Filhos, é ótimo tê-los, vê-los crescer em graça e sabedoria, aprender com eles tanta coisa, incluindo a tecnologia que nos assusta, ensinar a eles aquilo que nos encanta.
Feliz dia das mães, amigas. Parabéns a seus filhos, pelas mães que têm!
terça-feira, 8 de maio de 2012
D. Pedro I: entre os sentidos e o dever
Terminei, agora pouco, a leitura de "A carne e o sangue", de Mary del Priore, da editora Rocco. A obra nos permite, de forma muito agradável, conhecer um pouco mais da história do Brasil. Trata do triângulo amoroso mais célebre da nossa história: as relações entre a Imperatiz Leopoldina, D. Pedro I e sua amante, a Marquesa de Santos.
Pela primeira, que sofreu horrores com as aventuras amorosas do marido imperador, e por quem era apaixonada, ele nutria amor de sangue: ela era encarregada de lhe dar descendência de estirpe. E deu-lhe: em nove anos de casamento, até sua morte prematura, foram 9 filhos, dos quais "vingaram" 5.
Pela segunda, sentia amor da carne, luxurioso, voluptuoso, pleno de rusgas, brigas, reconciliações, ameaças.
São histórias plenas de afetos, ciúmes, sofrimentos. Como as de qualquer amor plebeu.
Confira, vale a pena!
Pela primeira, que sofreu horrores com as aventuras amorosas do marido imperador, e por quem era apaixonada, ele nutria amor de sangue: ela era encarregada de lhe dar descendência de estirpe. E deu-lhe: em nove anos de casamento, até sua morte prematura, foram 9 filhos, dos quais "vingaram" 5.
Pela segunda, sentia amor da carne, luxurioso, voluptuoso, pleno de rusgas, brigas, reconciliações, ameaças.
São histórias plenas de afetos, ciúmes, sofrimentos. Como as de qualquer amor plebeu.
Confira, vale a pena!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Produtos com empurrãozinho
Muitos devem ter visto uma peça publicitária em que o ator Rodrigo Santoro tenta elogiar determinado produto e é nada sutilmente tirado de cena. Numa outra peça, do mesmo produto, ele é preterido por um rapaz sem expressão ou talento. A explicação? O objeto anunciado é tão bom que não precisa de ator famoso para ser aceito.
Sou fã incondicional do ator global e internacional e tenho dito que, se fosse ele, não faria a tal apresentação, a meu ver, desrespeitosa para com seu talento e prestígio.
Uma outra ideia perturba minha cabeça desde que vi o anúncio na TV: há milhares de outros produtos anunciados, apresentados e elogiados por artistas de renome. Seriam eles não são tão bons como o anunciado por Rodrigo Santoro e por essa razão, precisariam de uma mãozinha de gente famosa?
domingo, 29 de abril de 2012
Mordidas de leão
Amanhã, dia 30, tenho um bom motivo para ficar feliz: minha neta Carolina faz aniversário.Mas tenho também motivos para choro e ranger de dentes: é dia de entregar ao Leão uma fatia do que ganhei, com o suor do meu rosto, durante o ano de 2011.
Fico aqui maquinando ideias sobre o destino do meu suado dinheirinho. Espero que ele ajude a colocar tijolos em casas populares, escolas, creches, universidades. Espero que ele ajude a concretar nossas estradas e a capacitar nossos agentes de segurança, a financiar pesquisas e pesquisadores em prol da saúde. Só não quero que ele acabe em malas furtivas ou cuecas desonestas. E tenho dito!
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Carnaval: a folia continua
Roseana Sarney, governadora do Maranhão, esquecida da miséria que marca o cotidiano da maioria dos habitantes da terra que administra, resolveu aplicar a espantosa quantia de R$ 9,5 milhões, o correspondente a 15.273 salários mínimos (de um dinheiro que não lhe pertence!) na escola de samba Beija-Flor, de Nilópolis, que entrará na Avenida Marquês de Sapucaí sob o enredo “São Luís – O Poema encantado do Maranhão”.
Segundo a governadora, “o objetivo é fortalecer o Carnaval e a cultura maranhense. Apoiar o desfile da Beija-Flor é uma maneira de ampliar a divulgação da cultura, das belezas e riquezas do nosso estado para todo o país.” .
Não seria, talvez, culturalmente mais interessante e moralmente mais aceitável aplicar essa bolada na melhoria das escolas públicas?? Muito mais gente sairia ganhando.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Em defesa dos ruivos
A revista "Piauí" (edição de fevereiro de 2012) traz matéria interessante sobre ruivos. Uma associação de pessoas de cabelos vermelhos formou-se em Porto Alegre, a exemplo de outros países, visando a defender direitos e esclarecer mitos. Entre os direitos almejados, querem eles estacionar mais perto da entrada de shoppings, uma vez que são mais propensos a câncer de pele, pela baixa produção de melanina.
O problema maior dos nossos amigos de cabeleira flamejante é o bullying sofrido por essa minoria (menos de 2% da população mundial possui no cromossomo 16 uma versão recessiva do gene que produz o receptor de melanocortina 1, um dos responsáveis pela pigmentação da pele e dos cabelos). Pelos menos sensíveis eles são chamados de "tocha humana", "água de salsicha", "cabeça de fósforo", "crush", "lagosta", "ferrugem", "foguinho", "cabeça de cenoura" entre mais de 60 apelidos catalogados por um dos manifestantes. Na Idade Média eram tidos como fruto de sexo pecaminoso e mulheres ruivas foram perseguidas como bruxas.
Já é hora de acabar com essa visão torta. Independente da cor dos cabelos (que na idade madura acaba branqueando como os demais), sob as cabeleiras ruivas há um cérebro que pensa e no peito deles também bate um coração. Igualzinho ao dos loiros, morenos ou castanhos, falsos ou verdadeiros!
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